A UNIVERSIDADE MEDIEVAL



AS UNIVERSIDADES SÃO CRIAÇÕES ECLESIÁSTICAS


“A universidade medieval, a mais característica instituição do período, é algo novo na História. Não pode ser comparada nem às escolas gregas, nem às romanas ou alexandrinas, nem às árabes.” (BONI, Luis Alberto de. O surgimento da universidade, in: Uma História da Filosofia, volume 2, UFRJ, 1988, p. 89).


* Luis de Boni é professor de Filosofia Medieval da UFRGS. Doutor em Filosofia Medieval pela Universidade de Muenster.


"Estas universidades são criações eclesiásticas, o prolongamento, de algum modo, das escolas episcopais, das quais diferem no fato de dependerem diretamente do papa e não do bispo do lugar. A bula Parens scientiarum de Gregório IX pode ser considerada como a carta de fundação da Universidade medieval." (PERNOUD, Regine. Luz sobre a Idade Média. Publicações Europa-América, 1997, p. 98.)


* Regine Pernoud, Historiadora e medievalista francesa (1909-1998). Doutora em Letras e diplomada pela École des Chartes e pela École du Louvre, foi diretora do Museu de Reims, do Museu de História da França, dos Arquivos Nacionais e do Centro Jeanne d´Arc d´Orléans (que fundou em 1974).

CRISTIANISMO E HOSPITAL


“El mundo occidental precristiano nos da, en Grecia y Roma, organizaciones para-hospitalarias muy interesantes. Interesantes, en el caso que nos ocupa, por la diferencia de fondo que las separa del hospital cristiano. Diferencia que radica más en el concepto distinto de la relación humana que existe entre la concepción pagana y cristiana de la vida, que en la adquisición, evolutiva o revolucionaria, de determinadas concepciones técnicas o científicas. El cristianismo aporta el nuevo concepto de hospital precisamente cuando la ciencia positiva va a caer en el colapso de la Alta Edad Media. Es, pues, el hospital, una realidad espiritual y un concepto filosófico, antes que el perfeccionamiento de una organización científica y social”. (PADROS, Esteban. Cristianismo y Hospital, Revista Medicina y Historia, 1965, fascículo X)

SALVE THEOTOKOS !!!


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Reproduced by courtesy of the University Librarian and Director, The John Rylands University Library, The University of Manchester

A oração "Sub tuum praesidium"- À vossa proteção, é a mais antiga oração a Nossa Senhora que se conhece. Encontrada num fragmento de papiro, em 1927, no Egito, remonta ao século III. (VER DOCUMENTO ACIMA) Tem uma excepcional importância histórica pela explícita referência ao tempo de perseguições dos cristãos (“Estamos na provação” e “Livrai-nos de todo perigo) e uma particular importância teológica por recorrer à intercessão de Maria invocada com o título de Theotókos que traduzindo do grego para o português significa :Mãe de Deus, este título é o mais importante e belo da Virgem Santíssima.Já no século II era dirigido a Maria e foi objeto de definição conciliar em Éfeso em 431. O texto primitivo do qual derivam as diversas variações litúrgicas (copta, grega, ambrosiana e romana) é o seguinte: “Sob a asa da vossa misericórdia nós nos refugiamos, Theotókos; não recuse os nossos pedidos na necessidade e salva-nos do perigo: somente pura, somente bendita” .

Oração: À vossa proteção recorremos, Santa Mãe de Deus.Não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre de todos os perigos, ó virgem gloriosa e bendita. Amém


***


You can also go to Rylands Papyri and use the insight browser viewer to search by Reference number for Greek Papyrus 470 and view it in zoomable high resolution.This papyrus fragment is a prayer to the Theotokos written about 250 A.D., per papyrologists who have examined the handwriting style. (Theotokos means "God-bearer," a term for Mary that was formally affirmed at the Third Ecumenical Council held at Ephesus in 431.)




Some initially placed the papyrus in the fourth or fifth century (the John Rylands Library description below lists it as 3rd - 4th century), perhaps because they didn't think that Christians would have been praying to the Theotokos that early. If the early dating is correct, this prayer must have already been part of the Church's services or prayers, showing that petitions and prayers to the Theotokos and the Saints go back to the early days of the Church, perhaps to the second century.




Date created: 3rd - 4th century Time period covered: 1 BCE - 500 CEPlace covered: Egypt Language.




The present form of the prayer in the Greek services and prayer books is:Υπο την σην ευσπλαγχνιανκαταφευγομεν Θεοτοκε.τας ημων ικεσιας μη παριδης εν περιστασει,αλλ' εκ κινδυνων λυτρωσαι ημας,μονη αγνη, μονη ευλογημενηThis roughly translates as (adapted from the Wikipedia entry for "Sub tuum praesidium," the Latin version):Beneath your compassionwe take refuge, Theotokos.Our petitions do not despise in time of trouble,but from dangers ransom us,Only Holy, Only BlessedIn uncial (capital) letters this would be:ΥΠΟ ΤΗΝ ΣΗΝ ΕΥΣΠΛΑΓΧΝΙΑΝΚΑΤΑΦΕΥΓΟΜΕΝ ΘΕΟΤΟΚΕ.ΤΑΣ ΗΜΩΝ ΙΚΕΣΙΑΣ ΜΗ ΠΑΡΙΔΗΣ ΕΝ ΠΕΡΙΣΤΑΣΕΙ,ΑΛΛ' ΕΚ ΚΙΝΔΥΝΩΝ ΛΥΤΡΩΣΑΙ ΗΜΑΣ,ΜΟΝΗ ΑΓΝΗ, ΜΟΝΗ ΕΥΛΟΓΗΜΕΝΗ.




The papyrus reads:Note:



The writer uses a lunate Sigma (i.e., "C") for Σ



Gray letters are those missing or partly missing from the papyrus; I wasn't always consistent with whether to put a partial letter in gray or not Some words are split at the end of a line and continue on the next line The papyrus does not have spaces between words, but I used spaces in my transcription of the text



1 ΥΠΟ ΤΗΝ CΗΝ2 ΕΥCΠΛΑΓΧΝΙΑΝ3 ΚΑΤΑΦΕΥΓΟΜΕΝ4 ΘΕΟΤΟΚΕ ΤΑC ΗΜΩΝ5 ΙΚΕCΙΑC ΜΗ ΠΑ6 ΡΙΔΗC ΕM ΠΕΡΙCΤΑCΕΙ7 ΑΛΛ' ΕΚ ΚΙΝΔΥΝΟΥ8 ΡΥCΑΙ ΗΜΑC9 ΜΟΝΗ ΑΓΝΗ, ΜΟΝ10 Η ΕΥΛΟΓΗΜΕΝΗ1 Beneath your2 compassion3 we take refuge4 Theotokos Our5 petitions do not de-6 spise in time of trouble7 but from danger8 rescue us9 Only Holy On-10 ly BlessedNote the following differences from the traditional reading:6 "ΕΝ" is (mis)spelled as "ΕΜ," probably because the "Ν" sound would have assimilated with the "Π" in the next word and been pronounced like "ΜΠ," with the "Ν/Μ Π" perhaps even becoming a "mb" sound7 ΚΙΝΔΥΝΟΥ (singular) is used instead of ΚΙΝΔΥΝΩΝ (plural)8 ΡΥCΑΙ (ΡΥΣΑΙ) is used instead of ΛΥΤΡΩCΑΙ (ΛΥΤΡΩΣΑΙ)

PALAVRAS DE EDITH STEIN SOBRE O ESTUDO DA FILOSOFIA


(STEIN, Edith. OBRAS COMPLETAS. V.3. ESCRITOS FILOSÓFICOS. ED. MONTE CARMELO)

A IGREJA NÃO É SANTA E PECADORA

CLIQUE NA IMAGEM PARA LER A CITAÇÃO DE SANTO AMBRÓSIO



O SENTIDO AUTÊNTICO DO TERMO CASTA MERETRIX
USADO POR SANTO AMBRÓSIO
O Cardeal Biffi, num retiro que pregou ao Santo Padre, afirmou que a Igreja é imaculada formada por maculados. A expressão "Imaculata ex maculatis" está, com efeito, em uma passagem do Comentário de Santo Ambrósio ao Evangelho de Lucas. A expressão significa que a Igreja é santa, sem mancha, mesmo sendo formada por homens todos eles manchados pelo pecado.

À questão da santidade da Igreja, o Cardeal Biffi dedicou um luminoso livreto com o título "Casta Meretrix: tratado sobre a eclesiologia de Santo Ambrósio", editado em 1996.

Aplicada à Igreja, a expressão "casta meretrix", casta meretriz, tornou-se um lugar comum do catolicismo progressista. É sistematicamente citada – atribuindo-se-la aos Padres da Igreja no seu conjunto – para sustentar a tese que a Igreja é santa "mas também pecadora".

O Cardeal Biffi desmancha esta tese, primeiramente mostrando que a expressão ocorre somente uma vez e em um só Padre da Igreja, que é exatamente Santo Ambrósio.

Mas, sobretudo, mostra que o sentido com o qual Santo Ambrósio usa a expressão é o oposto daquilo que pensam os seus desenvoltos repetidores. O adjetivo "casta" significa "a adesão da Igreja sem titubeios e sem incoerências a Cristo seu esposo", enquanto o substantivo "meretriz" significa "a vontade da Igreja de dar-se a todos para levar a todos a salvação". Santo Ambrósio escreve, com efeito – tomando como figura tipológica a prostituta Raab que em Jericó ajudou aos israelitas –, que a Igreja é "meretriz casta, porque muitos amantes a freqüentam pelos atrativos do amor, mas sem a contaminarem de culpa" (Comentário a Lucas, III,23).

É errado, portanto, afirmar sem mais que a Igreja é santa e pecadora. Isso não passaria de uma transposição para a eclesiologia do erro de Lutero, segundo o qual o justificado é, ao mesmo tempo, santo e pecador... A Igreja é somente santa, indefectivelmente santa, pois que transfigurada e sustentada pela santidade de Cristo, como Templo do Santo Espírito. No entanto, é formada por pecadores. Então, somente é admissível afirmar que ela é santa e pecadora neste sentido bem preciso: santa formada por pecadores.

A IGREJA E O ENSINO NA IDADE MÉDIA

O ENSINO NA IDADE MÉDIA
do livro "LUZ SOBRE A IDADE MÉDIA", EDITORA EUROPA-AMÉRICA
DA MEDIEVALISTA FRANCESA REGINE PERNOUD
































































PADRES DA IGREJA REFUTAM EXEGESE ESPÍRITA COM MAIS DE UM MILÊNIO DE ANTECEDÊNCIA


É muito comum

ROSACRUCIANISMO E LUTERANISMO




Rosacrucianismo do século XVII: um rebento da apostasia protestante

A maioria dos historiadores apontam, a origem do rosacrucianismo num grupo de protestantes alemães, por volta de 1604 ou 1605. De fato, é sabido que o teólogo luterano Johannes Valentin Andreae (1586-1654) foi o autor de um dos manifestos rosacruzes, e também sabe-se que os outros manifestos saíram de seu círculo formado em Tubingen, na Alemanha(Cf. Christopher McIntosh, A Rosa e a Cruz, ed. Record). O próprio símbolo rosacruz é de inspiração protestante, baseado no brasão de armas de Martinho Lutero (veja as imagens acima, a primeira de cima para baixo é o brasão de armas do herege Lutero, e a outra o brasão da rosacruz).

Outro dado importante, e que revela o teor protestante do movimento, é que a maioria dos panfletos rosacruzes dirigia-se contra a influência do bispo de Roma, Papa. Um outro detalhe dos manifestos do século XVII, evidencia ainda mais o caráter protestante do movimento rosacruz, e pode ser encontrado num panfleto publicado em 1614, em nome dos rosacruzes: o “Fama Fraternitatis” onde o(s) autor(es) admitem apenas dois sacramentos instituídos pela Igreja da Reforma, isto é, a que foi fundada pelo heresiarca Lutero. Diz o panfleto : “Nós também celebramos os Sacramentos instituídos pela primeira Igreja reformada, com as mesmas fórmulas e cerimônias.” Ora, isto faz parte da profissão de fé luterana.

E por fim, o rosacrucianismo do século XVII (os "rosacrucianismos" modernos, são rebentos do ocultismo do século XIX) insiste num elemento essencial da teologia protestante: a suposta idéia da existência de uma única Igreja invisível e interior (Cf. La Iglesia interior, Conde Loupokhine; A Nuvem sobre o santuário, Karl von Ekharthausen). É verdade que os Santos e os Anjos que estão no Céu (a Igreja triunfante), as almas do purgatório (a Igreja padecente) - são para nós, do ponto de vista católico, invisíveis, já que estamos falando de seres espirituais ou das almas dos bem-aventurados. Mas antes tudo é preciso deixar claro que, a Santa Igreja é antes de tudo UNA - "Una vero est fidelium universalis Ecclesia", Ou, nos dizeres de São Paulo: "Nós, embora sendo muitos, somos um só Corpo em Cristo" Rm 12,5.

Os primeiros a tentarem estabelecer, de modo sistemático, uma dicotomia na Igreja foram os gnósticos do século II, que faziam distinção entre a Igreja invisível dos espirituais e a Igreja visível do clero. Aos gnósticos seguiram, em maior ou menor grau, todos os movimentos rigoristas, e continuam com Novaciano, Donato e todos os que na Idade Média opunham uma comunidade espiritual de predestinados à Igreja visível e numerosíssima de Roma. Incluem-se nessa corrente gnóstica os movimentos dos cátaros, valdenses, albigenses, wiclifitas, hussitas e de muitos reformadores protestantes." (A Fé Católica - Justo Collantes, pg. 541(art. 7055) - Lumen Christi - RJ).

O mesmo erro torna a aparecer com os "fraticelli", ou os "espirituais" - pequeno grupo separado da Ordem de São Francisco - levando o Papa João XXII a condenar tais heresias: "O primeiro erro forjado na tenebrosa oficina desses homens foi, portanto, imaginar duas Igrejas: uma, carnal, abarrotada de riquezas, manchada de crimes, sobre a qual afirmam terem o domínio o Romano Pontífice e os outros prelados inferiores; outra, espiritual, pura por temperança, bela pela virtude, cingida com a pobreza, na qual se encontram só eles e seus seguidores e na qual têm autoridade, a dar crédito a suas mentiras, os que mais mérito têm na vida espiritual" - Constituição Gloriosam Ecllesiam de 23.1.1318.

Já no Concílio de Trento, o primeiro projeto da Constituição sobre a Igreja dizia:

"Ninguém, porém, deve jamais crer que os membros da Igreja se unem por meio de vínculos exclusivamente internos e ocultos (latentibus) e assim se torne ela uma sociedade oculta e totalmente invisível. Porque quis a eterna Sabedoria e o poder de Deus que, aos vínculos espirituais e invisíveis, com que intimamente se unem os fiéis, por meio do Espírito Santo, à suprema e invisível Cabeça da Igreja, correspondessem laços visíveis e externos, para que aquela sociedade espiritual e sobrenatural se manifestasse externamente e se revelasse visivelmente... Donde se conclui que a igreja de Cristo na terra nem é invisível, nem está oculta, mas posta à luz, como uma cidade alta e luminosa construída no monte, que não pode estar escondida, ou, como lâmpada sobre o condelabro, é iluminada pelo Sol da justiça e resplandece sobre todo o mundo com a luz de Sua verdade" (A Fé Católica - Justo Collantes, pg. 562 (art. 7101) - Lumen Christi - RJ).

Portanto, A Igreja é tão visível quanto invisível, tão divina quanto humana. É visível por ser composta de congregações concretas que participam da adoração aqui na terra; invisível por também incluir santos e anjos. É humana, pois seus membros terrestres são pecadores; divina por ser o Corpo de Cristo. Não existe separação entre o visível e o invisível, entre (usando a terminologia ocidental) a Igreja militante e a triunfante pois as duas constituem uma realidade única e constante. "A Igreja visível, ou na terra, vive em completa comunhão e unidade com o Corpo da Igreja na qual Cristo é o Chefe" (Khomiakov, The Church is one, seção 9).

O Magistério autêntico da Igreja, então, quando usa a frase "Igreja visível e invisível," insiste em dizer que há apenas uma Igreja e não duas. Como disse Khomiakov:

"É apenas em relação ao homem que é possível reconhecer a divisão da Igreja em visível e invisível; sua unidade é, na realidade, verdadeira e absoluta. Aqueles que vivem na terra, aqueles que já terminaram o seu curso terreno, aqueles que como anjos não foram criados para viver na terra, os de gerações futuras que ainda não começaram sua rota terrena, estão todos reunidos em uma única Igreja, na única e eterna graça de Deus... A Igreja, Corpo de Cristo, manifesta-se adiante e completa-se no tempo sem mudar sua unidade essencial ou vida de graça interna. Portanto, quando falamos de "Igreja visível e invisível," falamos apenas em relação ao homem (The Church is one, seção, seção 1).

De acordo com Khomiakov, a Igreja é realizada na terra sem perder suas características essenciais; para Georges Florovsky, ela é "a imagem viva da eternidade no tempo" (‘Sobornost: The Catholicity of the Church, in The Church of God, editada por E.L. Mascall,p. 63).
Dessa forma, a Santa Madre Igreja não olvida a existência de um elemento humano assim como um divino na Igreja. A Igreja é uma realidade única, terrena e celestial, visível e invisível, humana e divina. Se levarmos a sério a ligação entre Deus e sua Igreja, devemos inevitavelmente pensar na unidade da Igreja, assim como Deus é uno: existe apenas um Cristo, portanto existe apenas um Corpo de Cristo. Tampouco esta unidade é meramente ideal e invisível; a teologia católica e também ortodoxa recusam-se a separar a "Igreja visível" da "invisível" e portanto recusa-se a dizer que ela é invisivelmente e visivelmente dividida. Não: a Igreja é uma, de forma que aqui na terra existe uma comunidade única e visível, que pode declarar-se a única e verdadeira Igreja. A "Igreja indivisível" não é apenas algo que existiu no passado e que esperamos que volte a existir no futuro: é algo que existe aqui e agora.

Unidade é uma das características essenciais da Igreja, e já que ela, apesar de seus membros pecadores, conserva todas essas características, continua e sempre será visivelmente una. A Igreja é uma realidade única, terrena e celestial, visível e invisível, humana e divina.

Deste modo, o rosacrucianismo é mais um das mazelas produzidas pela heresia protestante, e que absorveu a mentalidade característica de uma época que vivia permeada de motivações místico-mágicas(Cf. Klaas Woortmann, Religião e ciência no Renascimento, ed. UNB; Frances Yates, Giordano Bruno e a Tradição Hermética, Ed. Pensamento) espicaçando o imaginário e a mentalidade subjetivista, dando origem a sociedades secretas “rosacruzes”. As asas que deram a imaginação foram tantas que muitos acabaram por tentar remontar suas origens à mais remota antiguidade, ou até ao absurdo de remontá-la à origem dos tempos !!! Hoje pululam, malignas e soberbas dessas sociedades, filhas do submundo da Revolução Francesa, e do ocultismo do século XIX.


Fé, História, Filosofia e Literatura

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