A IGREJA O ROCK


A IGREJA E O ROCK


A inexistência de um documento magisterial sobre o assunto não torna o rock compatível com a fé católica. O argumento que alguns usam para compatibilizá-lo é falacioso. Do mesmo modo, alguém poderia argumentar a liceidade do funk devido a inexistência de uma condenação pelo magistério da Igreja. Ademais, mesmo não existindo documento condenatório, é pelo menos certo que muitos membros do clero já manifestaram sua radical incompatibilidade com a fé católica. Portanto, é no mínimo imprudente defender o contrário.

Vejamos:

O ex-pró-prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos (1996), o Cardeal Jorge Arturo Estevez Medina, no Chile, em 1992, tentou proibir que o grupo de rock Iron Maiden se apresentasse. (Conclave, John Allen, Ed. Record, p. 219)

O Cardeal Ratzinger, hoje papa Bento XVI, afirmou que o rock é «expressão de paixões elementares que, nos grandes concertos musicais, assumiu caráter de culto, ou melhor de contra-culto que se opõe ao culto cristão». Ademais, acusa o rock de querer falsamente «libertar o homem por um fenômeno de massa, perturbando os espíritos pelo ritmo, o barulho e os efeitos luminosos» (Joseph Ratzinger, O espírito da Liturgia, Ed. Paulinas)

Ademais, em 1985, no International Church Music Congress em Roma, Joseph Ratzinger afirmou que o “rock é tornou-se o veículo decisivo de uma contra-religião e que, portanto, requer uma separação de caminhos.” “O rock procura liberação através de uma liberdade anárquica. Mas é precisamente por isso que o rock é tão completamente a antítese do conceito cristão de redenção e liberdade, na verdade seu exato oposto.”

Disponível em Inglês: http://www.remnantnewspaper.com/Archives/2010-02-mjm-popes-newspaper.htm

O Pe. Bertrand Labouche da FSSPX que fez um breve estudo comparativo entre a música clássica e o rock, mostra que a inversão dos elementos musicais do rock não é uma simples idéia original; faz parte do ideal revolucionário. Diz que o efeito de tal inversão é substituir a tranqüilidade da ordem pelo caos, a paz pela insatisfação, a vida pela morte. E conclui seu estudo dizendo que “basta um pouco de senso comum para compreender que o cristianismo e o rock são incompatíveis: o cristianismo é a religião da ordem, porque trabalha com a finalidade de restaurar todas as coisas em Nosso Senhor Jesus Cristo. O rock é uma música desordenada, pois a hierarquia dos elementos musicais (melodia – harmonia – ritmo) está invertida. É a revolução na música e a música da revolução. Um “rock cristão” é algo tão contraditório quanto um “sofisma arrazoado”. (Pe. Bertrand Labouche, Bach e Pink Floyd, Música clássica e Música Rock)

Monsenhor Williamson diz que o Rock estimula a secreção do hormônio epinefrina, faz diminuir no sangue o cálcio de grande importância para dirigir os sistema nervoso, e o açúcar, único alimento do cérebro. Daí os nervos ficarem esgotados e o cérebro desarranjado, após um concerto de Rock. A forte estimulação da sensualidade, e concomitante depressão da inteligência e da razão desemboca no erotismo e na violência; ora este suicídio da razão tende ao suicídio propriamente dito" (Cf. Mons. R. Willianson, in Semper no. 2 Revista da Fraternidade Sacerdotal S. Pio X, Portugal, pag, pag. 28-29)

O Padre J.P. Règimbal, baseando-se em ampla documentação expôs a história da música rock e suas conseqüências médicas, psicológicas, morais e sociais. (Padre J. P. Regimbal, Rock in Roll, Disponível em: http://www.geocities.ws/catolicosalerta/rock/rock_and_roll_1.html

O falecido teólogo beneditino Dom Estevão Bettencourt afirmou que : o “Rock” não é apenas um ritmo musical, mas implica uma filosofia de vida e todo um mundo de paixões, que podem estar revolucionando a sociedade, com grande detrimento para a cultura, a ciência e a educação. Em conseqüência do cultivo do “rock”, têm-se verificado suicídios, instigados pela letra de certas canções, e a dificuldade do jovem para estudar e se formar num determinado ramo do saber e da profissionalização. Segundo Dom Estevão, também se tem registrado a invocação de Satanás em certas peças de “Rock”, juntamente com incitação ao erotismo, ao homossexualismo e ao incesto.” (Fonte: Revista: “PERGUNTE E RESPONDEREMOS”, D. Estevão Bettencourt, osb. Nº 349 – Ano 1991 – Pág. 284.)

O Cardeal John O’Connor, Arcebispo de Nova Iorque, chamava a atenção, também em 1990, para “a violência instigada diabolicamente” por alguns autores de “Rock”. Assinalava que a música heavy metal pode levar alguns jovens a práticas satânicas. (Fonte: Revista: “PERGUNTE E RESPONDEREMOS”, D. Estevão Bettencourt, osb. Nº 349 – Ano 1991 – Pág. 284.)

O Padre Paulo Ricardo, associa a cultura rock à miséria do neo-paganismo e a cultura da morte triunfante no Rock in Rio, no programa Parresía de número 40. (Parresía, 40)

Por fim, o principal exorcista do Vaticano, o padre Gabriele Amorth reconheceu o satanismo e ocultismo, está chegando aos jovens através da música rock. Para o famoso exorcista, o rock tem concorrido para a disseminação do poder do demônio.

Disponível em: http://www.lepanto.com.br/dados/DCsat2.html

e aqui:

http://www.remnantnewspaper.com/Archives/2010-02-mjm-popes-newspaper.htm



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