Tito Lívio (ano 59 a.C - 17)
TITO LÍVIO: TEXTO PROFÉTICO SOBRE O DESTINO CRISTÃO DE ROMA?
Tito Lívio (ano 59 a.C - 17)
Marcadores: Igreja católica
DONOSO: IGREJA CATÓLICA, AUTORIDADE INFALÍVEL, QUE AGRADA A DEUS E FUNDADA PARA A ETERNIDADE
"Entre a Igreja católica e as outras sociedades espalhadas pelo mundo existe a mesma distância que há entre concepções naturais e sobrenaturais, entre as humanas e as divinas." (DONOSO CORTÉS, ENSAYO SOBRE EL CATOLICISMO, p. 55)
Marcadores: Catolicismo , Igreja católica
AUGUSTO NICOLÁS (1853): NÃO HÁ SANTOS NO PROTESTANTISMO E JAMAIS HAVERÁ

Marcadores: Protestantismo , Santidade , Santos
CARDEAL NEWMAN: SERIA LOUCO SE DEIXASSE A IGREJA CATÓLICA E VOLTASSE AO REINO DA ESCRAVIDÃO PROTESTANTE
"Sendo este o estado de minhas crenças, seria supérfluo acrescentar que não tenho intenção (nem tive jamais) de deixar a Igreja Católica para voltar ao Protestantismo."
"declaro professar ex animo, com um sentimento absoluto, interno e deliberado, que o Protestantismo é a religião mais desoladora que cabe pensar, que apenas a imagem de um serviço anglicano me provoca calafríos e somente o pensamento dos Trinta e Nove artigos me provoca ondas de suor frio. Voltar a Igreja de Inglaterra? Nunca.'Se rompeu as redes e somos livres'. Seria louco se em minha velhice abandonasse a terra que 'mana leite e mel' pela cidade da confusão e o reino da escravidão" (6 de julho de 1862)
(JOHN HENRY NEWMAN, SUYO CON AFECTO: AUTOBIOGRAFIA EPISTOLAR, ediciones ENCUENTRO)
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CATECISMO ACERCA DO PROTESTANTISMO DE 1856: NÃO HÁ E NEM PODE HAVER SANTOS ENTRE OS PROTESTANTES

Resposta: Jamais foi negado que entre os protestantes existem muitos que são bons e honrados, mas se trata de honradez e probidade segundo o mundo. Contudo, repito que nem possuem e nem podem possuir santo algum. Porque em primeiro lugar, esta honradez e probidade tão decantadas,podem ser meramente naturais e filosóficas, como a de muitos pagãos e hereges dos tempos antigos: uma coisa é a probidade ou a vida virtuosa comum, e outra coisa muito distinta é a santidade no rigor da palavra. Concederei, sim, que se encontram entre os seus alguns homens virtuosos; mas Santos que hajam seguido constante e habitualmente o árduo caminho da virtude em grau heróico, e que os hajam seguido com facilidade e até com alegria, no meio das mais duras provas, e de toda a sorte de tentações, expostos às perseguições mais cruéis, feito objeto de contínuos desprezos, burlas e escárnios, recebendo a ingratidão como paga de seus benefícios, rogando a Deus por seus perseguidores, e oferecendo por eles, com toda humildade, penitências e padecimentos, e mortificando-se sem cessar; não meu amigo; destes Santos, volto a dizer, não possuem os protestantes e nem é possível que os tenham. Por outro lado, o Catolicismo os tivera em todas as épocas, em todas as partes, e de todas as idades e condições."
(Catecismo acerca del protestantismo para uso del pueblo. P. Juan Perrone, 1856, p. 116)
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DIRETÓRIO CATEQUISTICO DE 1766: FORA DA IGREJA NÃO HÁ O DOM DA SANTIDADE
Marcadores: Igreja católica , Santidade
LINGUAGEM SIM SIM NÃO NÃO DE ANTIGOS CATECISMOS
DO ANO DE 1787 TAMBÉM AFIRMA QUE
NÃO EXISTE VERDADEIRA SANTIDADE FORA DA IGREJA

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SANTOS FORA DA IGREJA SÓ PARA O CARDEAL KASPER E MODERNISTAS
Marcadores: Igreja católica , Santidade
E AGORA? O CATECISMO DE TRENTO TAMBÉM AFIRMA A IMPOSSIBILIDADE DE VERDADEIROS SANTOS FORA DA IGREJA

9o. ARTIGO - I, X, 13, p. 167
2. Santidade.
c) Porque tem os meios de santificação
* Faz uma diferença muito grande entre afirmar a existência de "germes de santidade " que ordenam ao mistério de Cristo e da Igreja e "santidade propriamente dita", em sentido pleno.
Marcadores: Igreja católica , Santidade
PERIÓDICO RELIGIOSO CATÓLICO DE 1862 AFIRMA QUE NÃO HÁ VERDADEIRA SANTIDADE FORA DA IGREJA
La verdad católica: Periódico religioso, Volume 9, de 1862 também afirma que não é possível verdadeira santidade fora da Igreja.
Marcadores: Igreja católica , Santidade
PAPA SÃO PIO X: FORA DA IGREJA NÃO PODE HAVER VERDADEIRA SANTIDADE
Marcadores: Igreja católica , Papa , Santidade
DENÚNCIA E RELATO SOBRE PROFANAÇÃO
ler aqui:
http://identidadecatolica.blogspot.com/2009/09/o-triste-show-cotidiano-de-um-frade.html
HILÁRIO DE POITIERS E A ERA DO ANTICRISTO
“Nos dias difíceis e de tempestade da Igreja, ai das almas minadas pela incerteza e nas quais a fé e a piedade estiverem ainda em estado embrionário ou ainda na infância. Umas, surpreendidas no embaraço de suas incertezas e atrasadas por causa das irresoluções de seu espírito constantemente irrequieto, estarão muito pesadas para escapar às perseguições do anticristo. Outras, tendo apenas degustado os mistério da fé e embebidas somente de uma fraca dose de ciência divina, não terão força suficiente e habilidade necessário para resistir a tão grandes assaltos” (Santo Hilário de Poitiers, Comentários sobre o Evangelho de São Mateus, 25. 6).
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KARL MARX , PREPARADOR DO HOLOCAUSTO E DOS GULAGS
"Entre todas as nações e os grupelhos étnicos da Áustria, só houve três portadores do progresso, que desempenharam um papel ativo na história e que ainda retêm sua vitalidade - Os alemães, os poloneses e os magiares. Por esta razão, eles agora são revolucionários. A missão principal de todas as outras raças e povos - grandes e pequenos - é perecer no holocausto revolucionário." (Engels, “Der Magyarische Kampf”; trans. as “Hungary and Panslavism” in Blackstock and Hoselitz: 59
"Consideremos o judeu mundano, real - não o judeu sabático, como faz Bauer , mas o judeu comum. Não procuremos o segredo do judeu em sua religião, mas sim procuremos o segredo de sua religião no judeu real. Qual é a base secular do Judaísmo? Necessidade prática, interesse pessoal. Qual é a religião mundana do judeu? O mercenarismo. Qual é seu deus mundano? O dinheiro. Muito bem, então! Livrar-se do mercenarismo e do dinheiro, consequentemente do gueto (da "judiaria") prático, real, seria a emancipação da nossa época... Reconhecemos no gueto, portanto, um elemento geral orientado para o presente, anti-social, um elemento que através do desenvolvimento histórico - para o qual, neste pernicioso aspecto, o gueto zelosamente contribuiu - chegou a seu atual nível elevado, a partir do qual deve necessariamente se dissolver. Na análise final, a emancipação dos judeus representa [é] livrar a humanidade do gueto". (Marx, Written: Autumn 1843; First Published: February, 1844 in Deutsch-Französische Jahrbücher)
"Todas as outras grandes ou pequenas nacionalidades e povos estão fadados a perecer logo na tempestade revolucionária mundial... Como, na Austria, os eslavos pan-eslavistas do sul, que nada mais são do que fragmentos residuais de povos[ a palavra aqui usada em alemão é "Volkerabfall", que literalmente significa "lixo humano" (i.e., "escória étnica" -- voelker abfall)], resultante de extremamente confusos mil anos de desenvolvimento... Estes fragmentos residuais de povos sempre se tornam porta-bandeiras da contra-revolução, e permanecem assim até sua completa extirpação, ou até a perda de seu caráter nacional [nacionalista]... A libertação dos austro-alemães e húngaros (magiares) os fará descarregar uma vingança sangrenta sobre os bárbaros eslavos. A guerra geral que então se desencadeará esmagará essa Slav Sonderbund (?) e aniquilará todas essas nações insignificantes e mesquinhas, até o fim de seus próprios nomes. A próxima guerra mundial resultará no desaparecimento da face da terra não apenas das classes e dinastias reacionárias, mas também de populações [povos] reacionárias inteiras. E também isto representa um passo à frente." (Source for the above quote: Frederick Engels, "The Magyar Struggle", Neue Rheinische Zeitung No. 194, January 13, 1849)
http://www.marxists.org/archive/marx/works/1849/01/13.htm
''Está completamente claro para mim agora que ele, como é provado por sua formação cranial e seu nariz, descende de negros do Egito (supondo-se que sua mãe ou avó não tenha cruzado com um negro). Agora esta união de Judaísmo e Germanismo com uma substância negra básica deve produzir um produto peculiar. A impertinência do camarada é também própria de Crioulo''. (Carta de Marx a Engels, em 30 de julho de 1862. Marx está-se referindo a Ferdinand Lasalle, um dos líderes socialistas da Alemanha)
"A letra de câmbio é o verdadeiro deus dos judeus. Seu deus é apenas uma ilusória letra de câmbio. " (Sobre a Questão Judaica", por Karl Marx)
"Esta jovem, que imediatamente me inundou [cobriu de] de avassaladora delicadeza, é a criatura mais feia que eu já vi em toda a minha vida, com feições judias repulsivas". (Karl Marx to Antoinette Philips, 24 March 1861, translation by John Ray)
A IGREJA CATÓLICA E A CONSTRUÇÃO DA CIVILIZAÇÃO
COMO A IGREJA CATÓLICA
Marcadores: História
O MITO DO ATEU VIRTUOSO
Santo Tomás explica que a culpabilidade dos que não conhecem a Deus não vem precedida da ignorância, senão o contrário: 'a culpa engendra uma ignorância consequente, e neste sentido, esta ignorância possui também razão de culpa'. (In Ep. ad Rom.,cap.1,lect.7).
A ignorância da existência de Deus se deve, ao menos em muitos casos, a que más disposições morais subjetivas que impedem o reto uso da inteligência, que, por natureza, não se detém até chegar ao seu Criador. E isto, porque, na busca da verdade está implicada toda a pessoa; não somente o entendimento, senão também a vontade, as paixões e sentimento, a cabeça e o coração.
É o caso dos que não queriam conhecer a verdade da fé para pecar livremente, mencionados no livro de Jó: 'Não queremos a ciência de teus caminhos'. O resultado é que a pessoa não 'vê' a verdade porque não quer. A verdade fica aprisionada pela injustiça (Rm 1,18). Para entender, para 'reconhecer' uma verdade como bem, é necessário querer: 'Entendo, afirma Santo Tomás, porque quero, e do mesmo modo uso de todas as potências e hábitos porque quero'.(Quaestiones disputatae: De malo q.4, a.1). Isso não quer dizer que a vontade ou o desejo sejam, no fim das contas, os criadores da verdade, senão que se requer a 'boa vontade', a 'pureza de coração', para reconhecer a verdade e convertê-la em diretora da própria vida. A negação da verdade sobre a existência de Deus não é então fruto de um processo puramente intelectual, senão da própria má vontade.
O modo de viver de alguns cristãos, a falta de coerência entre fé e conduta, tem alimentado, em certas ocasiões o mito do ateu virtuoso. Entretanto, não se pode ter uma vida moral plena, com todas as condições que exigem a palavra 'moral', algo que não coincide com o que se entende habitualmente por 'boa pessoa', se se prescinde da aceitação prática da verdade sobre Deus. Não há como.
Marcadores: Ateísmo
EIS QUE A VIRGEM CONCEBERÁ
“Os que mudam o texto de Isaías “eis que uma moça conceberá em seu seio” para dizer que é filho de José, que mudem também o texto da promessa feita a Davi, a quem Deus prometeu suscitar, do fruto de seu seio, um poder, isto é, o reino de Cristo. Mas não entenderam, do contrário teriam mudado este. ...e com as palavras: “o próprio Senhor vos dará um sinal” sublinha o caráter inesperado de sua geração...O que haveria de especial e como poderia ser sinal o fato de moça conceber de homem e dar à luz? É coisa comum a todas as mulheres que se tornam mães. Mas como o inesperado era a salvação que se devia realizar para os homens, pelo socorro de Deus, inesperado também devia ser uma Virgem dar à luz filho, como sinal de Deus e não por obra de homem.” (Ireneu de Lião, Contra as heresias, Livro III, 21,5; 21,6)
“E se um judeu pretende debater a respeito da expressão e julga que a leitura não é: “Eis que a Virgem...”, mas “eis que a jovem mulher...”, eu lhe responderei: o termo almah que os setenta (LXX) traduziram por “a virgem”, e outros por “a jovem mulher”, encontra-se também no Deuteronômio, e a propósito de uma virgem (Dt 22,23-26)” (Orígenes, Contra Celso, Livro I, 34)
“Mas que sinal haveria se era uma jovem mulher não virgem a dar à luz?” (Orígenes, Contra Celso, Livro I, 35)
Marcadores: Padres da Igreja , Patrística , Profecias , Virgem Maria
EM TERRAS TUPINIQUINS SOMENTE A ORTODOXIA NÃO PODE, O RESTO PODE TUDO.
Carta de agradecimento da freira


Marcadores: Esoterismo , Ocultismo
HOMO VIATOR
"Diante de Vós, não passamos de estrangeiros e peregrinos, como todos os nossos pais" (Cr 29, 15.). As palavras do rei Davi na presença do Senhor traçam o perfil humano não só do homem bíblico, mas também de toda a criatura humana. O "caminho", de fato, é um símbolo da existência que se expressa numa multíplice gama de ações como a partida e o regresso, a entrada e a saída, a subida e a descida, o caminho e a paragem. Apenas faz o seu ingresso no cenário do mundo, o homem caminha buscando sempre novas metas, observando o horizonte terreno e tendendo para o infinito: navega por rios e mares, sobe às montanhas sagradas, em cujo ápice a terra atinge idealmente o céu, percorre inclusive o tempo assinalando-o com datas santas, sente o nascimento como um ingresso no mundo e a morte como uma saída para entrar no seio da terra ou para ser levado às regiões divinas. (2)
Neste espírito, a peregrinação a Santiago de Compostela distinguiu-se, ao longo dos séculos, por muitas graças espirituais derramadas, e em especial por um crescimento na fé e no compromisso cristão daqueles que vêm a este santo lugar visitar as relíquias do apóstolo. No Codex Calixtinus, escrito pelo peregrino francês Aymeric Picaud, escrito em 1123, enfatiza-se o verdadeiro espírito do caminho, isto é, uma experiência única de fé: aqueles que o realizavam, ao voltar a sua terra, não eram mais os mesmos. E isto, porque, efetuando-se a viagem exterior, efetuava-se a viagem interior no estilo agostiniano, cuja finalidade é separar-nos daquilo que, em nós mesmos e ao nosso redor, é contrário à lei de Deus, para nos encontrarmos plenamente com Cristo. O peregrino é chamado a assumir com mais fidelidade suas promessas batismais.
De caráter penitencial, o caminho, como diz o Codex, «es cosa óptima, pero estrecha». O caminho é árduo e marcado pelo intraduzível desamparo da ausência da pátria e dos amigos. Os nossos medos e apegos manifestam-se terrivelmente. Entra em cena o homem débil, entregue ao desconhecido, mas amparado pelo cajado da graça e da fé. O anseio pela estabilidade da pátria representa ao mesmo tempo nosso apego ao cotidiano terrestre e o desejo secreto de nosso coração pela estabilidade definitiva e celeste.
Em muitos momentos, passado o limite do cansaço, a oração que fazemos já não é mais que um balbucio deforme. O caminhante chega a se encontrar no grau supremo de debilidade, é quando Deus, ao fim, fala. E fala mesmo. O Caminho é um espaço e um tempo para o diálogo com Deus.
Entre as dores e a fadiga Deus nos concede muitas consolações por meio dos santos, da Virgem peregrina, Santa Maria do Caminho e da Eucaristia. No caminho, pude visitar as relíquias de Santo Domingo de la Calzada e San Juan de Ortega, além, é claro das relíquias do próprio Santo Apóstolo. Encontrei particular alegria nas comunidades católicas (e só vi Igrejas católicas nos pueblos do caminho) de diversos pueblos que celebram dignamente a Santa Eucaristia, sem abusos, guardando os ritos sagrados com fidelidade e amor ao Senhor. Em muitos albergues de peregrinos é possível encontrar gente imbuída do mais vivo espírito da caridade cristã.
O fenômeno das peregrinações jacobeas é uma realidade viva e em plena continuidade com seu espírito originário, embora encontremos no caminho, diversas pessoas que fazem apenas por turismo ou o fazem por motivações não ortodoxas e alheias ao espírito cristão. Porém, qualquer iniciativa que procura desvirtuar a sua índole especificamente religiosa constitui um desvio das suas origens autênticas. Qualquer um que faz o caminho com outras motivações que não as motivações cristãs não é verdadeiro peregrino. A este respeito, o peregrino jacobeo não é, pois, apenas uma pessoa que caminha como qualquer outro: ele é, em primeiro lugar, um filho da Igreja. Peregrinação, no sentido autêntico, é manifestação de um desejo de estar cada vez mais disponível à voz do Espírito, para ir sem demora ao encontro de Cristo. A meta última desta peregrinação pelas vias do mundo não está, porém, escrita no mapa da terra e, por isso, o Caminho de Santiago não é somente uma meta. Cruzando o limiar do majestoso Pórtico da Glória na catedral de Santiago, os peregrinos, orientando a sua vida à luz dos Ensinamentos de Cristo, voltam para os seus lugares de origem, a fim de serem ali testemunhas vivas e credíveis de Jesus Cristo e filhos fiéis da santa Igreja católica.
(1) Codex Calixtinus, l. I c. XVII
(2) A Peregrinação no Grande Jubileu do Ano 2000. Disponível:
http://www.vatican.va/roman_curia/pontifical_councils/migrants/documents/rc_pc_migrants_doc_19980425_pilgrimage_po.htm
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