AUGUSTO NICOLÁS (1853): NÃO HÁ SANTOS NO PROTESTANTISMO E JAMAIS HAVERÁ





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"O catolicismo sempre há produzido, produz, e produzirá sempre Santos, e possui uma multidão inumerável deles. O protestantismo, que se apresenta como o reformador do Cristianismo, não poderá apresentar um só santo. Existe no protestantismo almas honradas, belas almas, almas cristãs, dignas de estimação, e algumas vezes de admiração, aos quais a natureza e a fé educam até um ponto muito elevado de beleza moral; mas, ademais ... jamais chegam ao que se chama santidade"
(DEL PROTESTANTISMO Y DE TODAS LAS HEREJÍAS EN SU RELACIÓN CON EL SOCIALISMO. AUGUSTO NICOLÁS, ANO 1853, p. 387-388)


"O protestantismo, pois, não possui santos, apesar de que sua pretensão de Reforma lhe obrigava a dar-lhes em maior número que o Catolicismo. Como não tem santos, tampouco tem obras, boas obras, obras daquelas que influem sobre os costumes, que os preservam, que os reparam, que os elevam purificando-os, e que operam a verdadeira civilização. O catolicismo tem uma multidão destas obras, tão numerosas, tão diversas, tão incessantes, tão renovadas e tão ativas como a depravação e a miséria. Mas o Protestantismo, força repetir-lo, está desprovido delas." (DEL PROTESTANTISMO Y DE TODAS LAS HEREJÍAS EN SU RELACIÓN CON EL SOCIALISMO. AUGUSTO NICOLÁS, ANO 1853, p. 389)

http://books.google.com.br/books?id=Nl7mhxlpxlUC&pg=PA439&dq=del+protestantismo+augusto+nicol%C3%A1s&as_brr=3#v=onepage&q=no%20tiene%20santos&f=false


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